Site reúne fazendas marinhas, processos de cultivo, trilhas históricas, arte, cafés, restaurantes e hospedagens que dialogam com a paisagem, os sabores e as histórias do bairro.
O Ribeirão da Ilha ganhou, na prática, uma nova vitrine para aquilo que tem de mais autêntico. Foi lançado, recentemente, durante o Encontro de Negócios da ACIF, no OKA Floripa, o site da Rota das Ostras, reunindo experiências, serviços e histórias que traduzem a força econômica, cultural e turística de uma das regiões mais emblemáticas de Florianópolis.
Não se trata apenas de um endereço na internet, mas de uma plataforma pensada para organizar e dar visibilidade a um território que já é protagonista. Santa Catarina responde por mais de 90% da produção nacional de ostras, e Florianópolis lidera esse movimento.
Dentro desse contexto, o Ribeirão ocupa posição estratégica ao unir maricultura, gastronomia e tradição açoriana, agora conectadas de forma mais acessível a moradores, turistas e agentes de viagem.
O site facilita o acesso a informações e contatos de restaurantes, fazendas marinhas, hospedagens, artesãos, operadores turísticos e iniciativas culturais. A proposta é simples e ambiciosa: estimular o turismo de experiência, valorizar o empreendedorismo local e fortalecer a economia comunitária sem perder a identidade que moldou o bairro ao longo dos séculos.
Para o presidente da ACIF, Célio Bernardi, a Rota das Ostras simboliza esse encontro entre pertencimento e inovação. Ao integrar negócios, produtores e vivências, a plataforma consolida um produto turístico genuíno, alinhado ao turismo consciente e já reconhecido além das fronteiras do Estado.
Quem acessa o site encontra um convite para ir além do prato à mesa. É possível conhecer fazendas marinhas e processos de cultivo, trilhas históricas, arte local, cafés, restaurantes e hospedagens que dialogam com a paisagem, os sabores e as histórias do Ribeirão.
A lista de empreendimentos reflete essa diversidade: do artesanato afetivo à produção sustentável de ostras, passando por experiências sensoriais, arte, dança e gastronomia à beira-mar.
Ao organizar esse ecossistema numa plataforma digital, a ACIF dá um passo importante, transformando vocação em estratégia. E mostra que desenvolvimento econômico e valorização cultural não apenas convivem como podem – e devem – caminhar juntos.